segunda-feira, 30 de março de 2015

A Segunda Volta de Cristo!



  1. Haverá uma volta súbita, pessoal, visível e corpórea de Jesus Cristo


Ele mesmo falou muitas vezes de sua volta. “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.44). Ele disse: “... quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também” (Jo 14.3). Imediatamente depois de Jesus ascender ao céu, dois anjos disseram aos discípulos: “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir” (At 1.11). Paulo ensinou: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus” (1Ts 4.16). O autor de Hebreus escreveu que Cristo “aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hb 9.28). Tiago escreveu: “... a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.8). Pedro disse: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor” (2Pe 3.10). João escreveu: “... quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é” (1Jo 3.2). E o livro de Apocalipse traz freqüentes referências à volta de Cristo, terminando com a promessa de Jesus: “Certamente, venho sem demora”, e a resposta de João: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20).

2.      Devemos ansiar pela volta de Cristo

A resposta de João no final de Apocalipse deve caracterizar o coração dos cristãos em todas as épocas: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20). O verdadeiro cristianismo nos treina a viver “no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.12-13). Paulo diz: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20). De modo semelhante, o termo “maranata” em 1Coríntios 16.22 (ara, arc) significa “vem, nosso Senhor” (blh).

3.      Não sabemos quando Cristo voltará

Algumas passagens indicam que não sabemos, e não podemos saber, quando Cristo voltará. “À hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.44). “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13). Além disso, Jesus disse: “Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai. Estai de sobreaviso, vigiai e orai; porque não sabeis quando será o tempo” (Mc 13.32-33).
A conseqüência prática disso é que se deve considerar errado, de imediato, quem diz saber especificamente quando virá Jesus. Os testemunhas-de-jeová têm feito muitas predições de datas específicas da volta de Cristo, e todas elas provaram-se enganadas. Mas outros na história da igreja também fizeram tais predições, às vezes alegando novo entendimento de profecias bíblicas e às vezes alegando ter recebido revelações pessoais do próprio Jesus, indicando o momento de seu retorno.

4.      Todos nós concordamos quanto às consequências definitivas da volta de Cristo

Não importam as discórdias quanto aos detalhes, todos os cristãos que têm a Bíblia por autoridade final concordam que a consequência definitiva e última da volta de Cristo será o julgamento dos incrédulos e a recompensa final dos que crêem e que os que creem viverão com Cristo, por toda a eternidade, num novo céu e numa nova terra. Deus Pai, Filho e Espírito Santo reinará e será cultuado num reino eterno em que já não haverá pecado, dor ou sofrimento.

Que sinais precedem a Volta de Cristo?

A outra série de textos a considerar trata de alguns sinais que as Escrituras dizem preceder a hora da volta de Cristo. De fato, Berkhof  diz: “De acordo com as Escrituras alguns fatos importantes devem ocorrer antes da volta do Senhor e, assim, não se pode considerá-la iminente”.
Aqui vale alistar as passagens que fazem referência mais direta aos sinais que devem ocorrer antes da volta de Cristo.

1.      A pregação do evangelho a todas as nações. É necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações (Mc 13.10; cf. Mt 24.14).

2.      Falsos profetas realizando sinais e maravilhas
Surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos (Mc 13.22; cf. 24.23-24).

3.      Sinais no céu. Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória (Mc 13.24-26; cf. Mt 24.29-30; Lc 21.25-27).

4.      A vinda do homem da iniquidade e a rebelião. Paulo escreve aos tessalonicenses que Cristo não virá, a menos que o homem da iniquidade seja antes revelado, e depois o Senhor Jesus, em sua vinda, o destruirá. Esse “homem da iniquidade” é às vezes identificado com a besta em Apocalipse 13 e às vezes chamado anticristo, o último e pior da série de “anticristos” mencionados em 1João 2.18.

5.      A salvação de Israel. Paulo fala do fato de que muitos judeus não creram em Cristo, mas diz que em algum ponto do futuro um número maior será salvo: (Rm 11.12), (Rm 11.25-26).



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